quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Trends



Ando numa 60's vibe. Eu e todo o mundo, eu sei... O vestido já está a caminho.








terça-feira, 21 de outubro de 2014

Eu até comprava...


Se tivesse paciência para ir para as filas...
Se tivesse 200€ para dar por uma camisola...
Se tivesse alguma hipótese de encontrar o meu tamanho no meio da loucura...
Se não me importasse de usar uma t-shirt a dizer WANG...

enfim... 

 ALEXANDER WANG for H&M











Oscar de la Renta


1932  -  2014

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

perfect vs. real

Pergunta do dia

Is there such a thing as too perfect? I believe there is.

Estava eu quietinha no meu lugar a ler a Porter Magazine e tive um "ah ah moment" a ler um artigo. A minha brilhante conclusão foi que perfection is your enemy, quando falamos de estilo.
Naturalmente sempre me afastei de looks demasiado perfeitos, de detalhes perfeitamente adequados e coerentes entre si, nunca foi essa a imagem que quis passar, porque o nosso estilo é uma forma de comunicação, e nunca percebi muito bem o porquê, até hoje.
Quando ando na rua e olho, às vezes indiscretamente, para aqueles que se cruzam comigo sempre distingui  aquelas raparigas impecavelmente vestidas, com uma clara noção de estilo e atenção ao detalhe, daquelas não tão perfeitas, com um cabelo menos cuidado, as unhas por pintar e sem brincos mas que escolhiam combinar duas peças improváveis tão exemplarmente que revelavam muito mais sobre o seu estilo e as suas referências e acabavam por me cativar.
Consigo apreciar uma mulher em que não se consegue encontrar nada a apontar negativamente, tudo está eximiamente conjugado, o perfume condiz com o visual e a ocasião, a maquilhagem está equilibrada, as unhas brilhantes, o cabelo saudável, desafio-vos a encontrar uma ponta espigada, e a imagem dela parece querer comunicar que esta é uma mulher segura de si, totalmente consciente do impacto da sua imagem nos outros. Apesar de apreciar este tipo de estilo considero que a imagem transmitida não é a de confiança e self awareness mas de alguma frieza e até dissimulação.
ah também fico sempre a pensar que são pessoas altamente enfadonhas, mas isto sou só eu. 

 perfect is boring... não?!

Atenção, também não sou apologista dos looks desleixados de quem se veste com as luzes apagadas, não quero extremos, quero pessoas reais e realistas que não se preocupem em estar perfeitas mas que simplesmente se apaixonam pelas peças e as usam para se divertirem e para se expressarem. Não faz sentido querermos passar uma mensagem de perfeição se não somos perfeitos, a mensagem tem que ser verdadeira, tem que ser coerente com a nossa essência.

Verdade seja dita, não sou amiga da perfeição, não sou perfeccionista, não sou obcecada pelos ínfimos pormenores das ínfimas coisas, se isto é um defeito ou uma qualidade falta perceber. Não quer dizer que não seja exigente comigo mesma e não me esforce mas a minha veia pragmática sobressai sempre e faço a distinção entre o que merece a minha atenção redobrada do que é supérfluo e pode ser deixado em segundo plano. exemplo: o meu armário não vai estar sempre arrumado, não penduro obrigatoriamente a minha roupa ao fim do dia no exacto cabide de onde saiu, não prometo estar sempre vestida com uma camisa impecavelmente engomada e não prometo estar sempre preocupada com o que vou vestir, às vezes penso seriamente em sair de casa de pijama porque a ideia de me vestir é mais penosa do que a ideia de enfrentar as pessoas nessa figura.

Se é verdade que o ser humano procura a perfeição, a beleza em tudo o que o rodeia, também é verdade que essa mesma perfeição nos repele porque instintivamente compreendemos que há ali alguma simulação, algum engodo, a realidade é outra e, sinceramente, "encosta a um canto" a perfeição.



Miss "Perfect"




 Miss "Not so perfect"







sexta-feira, 10 de outubro de 2014

5x5




Já compraram a Vogue deste mês, devo dizer que é das minhas edições favoritas. A simbologia das cinco diferentes capas, com cinco mulheres portuguesas, fadistas, cada uma com uma beleza própria e natural que não foi excessivamente trabalhada e é captada a preto e branco pelo querido Bryan Adams, posso chamá-lo "querido" porque já lhe toquei no braço direito há uns anos atrás e acho que isso legítima alguma intimidade no tratamento interpessoal, certo? Continuando... a edição que comemora o 12.º aniversário da publicação está repleta de entrevistas e artigos que li de uma ponta à outra na hora que passei sentada numa esplanada a contar os minutos para ver o querido Ben Affleck no "Gone girl", neste caso é "querido" porque espero num futuro próximo vir a tocar-lhe no braço direito, esquerdo etc.

Entre artigos sobre a relação de McQueen com a sua musa/lover without sex, como diz a Vanitty Fair, Isabella Blow, e sobre a tendência normcore temos um artigo sobre uma nova tendência de beleza, o make-up free ou natural look. Espontaneamente fui-me inclinando neste sentido, reduzi a maquilhagem do dia-a-dia, gradualmente para não assustar ninguém, e comecei a tentar não usar maquilhagem ao fim-de-semana, o que é fácil quando vou ao Ikea e difícil quando vou jantar fora mas estou no caminho certo... Isto tudo para vos dizer que neste artigo é referido um post da Leandra Medine do Man Repeller, provavelmente o meu blog favorito, que crashou o blog dela quando foi publicado, em que ela nos fala do dia em que um homem a considerou "ugly as fuck". Vale a pena ler a resposta, Why i don´t wear makeup!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Bags Bags Bags



Partilhei na página do FB do StayGold este slideshow que a Style.com fez com as melhores malas da temporada Spring 2015. Estas são as minhas favoritas, vou tratar já das encomendas. yeah right...



Balenciaga


Hugo Boss


Chloé


Proenza Schouler


Stella McCartney


Alexander Wang





quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Decisões



Hoje é o dia! Hoje saí de casa e ainda era de noite... Ainda estavam acesas as luzes da rua e havia aquele humidade no ar da madrugada. Agora até está sol mas já não consigo voltar atrás, estou oficialmente em modo Inverno. Já comprei botas, casacos e já voltei ao blusão de cabedal mas só hoje caí em mim e percebi o que me espera nos próximos meses, aquela sensação de desconforto geral provocada pelo frio, pela humidade, pela obrigatoriedade da presença do guarda-chuva na mala e pelo piso escorregadio que me faz  abrandar o ritmo porque all stars e pedras da calçada molhadas NÃO COMBINAM, enfim... Tudo o que o Inverno tem de mau. 
A única maneira de apaziguar estes sentimentos desoladores é ir buscar a minha roupa de inverno, adoro a sensação de voltar a pendurar as peças do ano passado de que já me tinha esquecido, é quase como se as tivesse acabado de comprar novamente. 
Temos que ir buscar motivação a algum lado, certo?