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sábado, 24 de janeiro de 2015
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Over the weekend
Over the weekend... terminei dois projectos que estavam pendentes, uma mini-coleção e um padrão para tecido.
Esta mini-coleção foi um dos projectos que mais gozo me deu fazer desde que estou na Lisbon school of design, uma linha de swimwear inspirada num clássico do cinema, escolhi o "Wuthering Heights" de 1939, baseado num dos meus livros favoritos.
Macacão - Zara AW15
Pulseira e anel - Bimba y lola
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Bibliografia recomendada!
O Style Caster lançou uma lista dos livros que devemos ler obrigatoriamente se queremos trabalhar no mundo da moda. Ora, já estava habituada a receber a lista de "bibliografia recomendada" e a torcer o nariz sempre que chegava a hora de adquirir o "Regulamento da Organização do Sistema Judiciário e Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais" pela módica quantia de 43.99€, mas devo admitir que agora a bibliografia recomendada é bem mais interessante e o dinheiro sai da carteira com mais facilidade.
Vejamos então alguns dos livros recomendados e outros que acrescentei:
"The End of Fashion" - Um livro sobre todos os aspectos da indústria da moda com muitas "insider stories" de rivalidades e desastres financeiros das grandes marcas.
Este não é dirigido directamente ao mundo da moda mas pelo título percebemos imediatamente a sua utilidade. Há uns anos atrás tinha feito muita falta...
Esta é uma espécie de biografia de estilo da Leandra Medine do Man Repeller. Ficamos a conhecer diversos episódios da vida desta blogger (até os mais íntimos) e o que ela vestiu nessas ocasiões e porquê, parece interessante não é? No meio do livro ela também deve explicar como conseguiu tornar-se uma das grandes referências da blogosfera da moda.
Penso que o título é "self- explanatory". Um guia para designers ou não designers interessados em criar e desenvolver uma marca.
Este já está a caminho da minha biblioteca pessoal. Com este handbook temos acesso a um guia por todas as carreiras no mundo da moda, em que consisitem, como se alcançam, qual o perfil destes profissionais etc. Como diz o Style Caster: "the ultimate behind-the-scenes look at the people who are running the fashion industry."
A Grace Coddington é a directora criativa da Vogue Americana e esta é a sua auto-biografia. Acho que não preciso de dizer mais nada.
A "Bíblia" como diz uma professora minha. Este livro foi acrescentado por mim a esta lista porque toda a gente no mundo da moda tem que se guiar pela "Bíblia" por isso faz falta na lista de bibliografia, certo?
Outro guia que nos fala das diferentes dinâmicas na indústria da moda sempre numa perspectiva de evolução de estratégias de marketing. Muito engraçado e repleto de histórias caricatas de designers como a vez em que o Karl Lagerfeld elogiou o blazer de tweed de uma funcionária da Chanel e ela lhe respondeu que era da H&M.
Este livro, tal como a "Bíblia" é mais uma referência de estilo do que um livro orientado para as profissões no mundo da moda. É uma verdadeira enciclopédia da moda que nos fala de estilos, estilistas, marcas e dicas de styling, o que é sempre útil.
Aqui está a lista de bibliografia obrigatória! Toca a estudar!
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segunda-feira, 21 de julho de 2014
& Other Stories...
A "&Other Stories" é uma marca relativamente recente que descobri na viagem a Londres. Já existe há mais de um ano mas só foi detectada pelo meu radar agora. Esta "prima" da H&M quer agradar àqueles consumidores que gostam do produto minimalista e clássico h&m mas procuram mais qualidade. Este é mais um avanço do grupo H&M que não quer ficar parado a ver a Inditex conquistar o mundo.. Acho bem, força! Agradou-me imenso o estilo urbano e moderno desta marca, apesar de não me identificar com todas as peças. É uma bela alternativa a uma Zara, com um design diferente mas igualmente apelativo. Não sei se tão cedo vamos ter uma loja em Portugal porque a expansão tem sido vagarosa mas let´s keep our fingers crossed e entretanto temos sempre a loja online (está com saldoooooos).
quarta-feira, 4 de junho de 2014
CFDA 2014
Atenção, estes são os prémios americanos de moda mais conceituados mas esta gala nunca foi sinónimo de "fashion moments", de vez em quando lá aparece um ou dois mas aqui são os criadores e as modelos que têm o destaque e não necessáriamente as criações. Este ano a Rihanna deu que falar mas não quero que ela ofusque literalmente os outros convidados por isso seguem outros looks que passaram por lá.
Monique Péan e Constance Jablonski / Anne V. - Jonathan Simkhai
Grace Mahary e Maria Borges - Diane von Furstenberg / Cynthia Rowley e Anna Chlumsky
Chris Kattan, Alexander Wang e Anna Ewers / Coco Rocha - Christian Siriano
Jaime King - Calvin Klein Collection / Miroslava Duma - Delpozo
Steven Kolb e Diane von Furstenberg / Chrissy Teigen e Rachel Roy
quinta-feira, 24 de abril de 2014
IMPULSO
Troquei as aulas sobre o direito de propriedade horizontal por aulas em que os StoryTailors trazem o seu testemunho para a mesa e nos explicam como se entra no mercado da moda português.
Reconheço que sou uma ignorante relativamente ao estilo e percurso da dupla, conheço o que todos conhecem… o estilo irreverente e muito distinto das suas peças, em que se destacam as técnicas de confecção exemplares, mais patentes nos seus corpetes. Partindo desta posição de total ignorância sem expectativas nenhumas em relação aqueles designers e ao que eles viessem dizer, pude absorver todas as ínfimas informações sem preconceitos. A conversa fez-me pensar e muito.
Neste curto espaço de tempo em que estou a fazer este curso já passei por diferentes fases de reflexão. Já reflecti sobre o curso, o método e sobre o futuro. Vamos lá ver então.
Numa primeira fase pensei sobre o curso em si. Percebi que tinha que alterar o paradigma de estudo e aprendizagem que tinha estruturado na minha cabeça (depois de anos e anos a decorar e interpretar conceitos) e tive que começar a contemplar outra maneira de fazer as coisas, outra estratégia, outro método. Não se enganem, há método em tudo até em desenhar pecinhas de roupa ou fitas para o cabelo.
Depois desta constatação, então bora lá pôr em prática o método… Esta parte ainda não está totalmente desenvolvida. Faltam-me as técnicas que obviamente não se dominam do dia para a noite, mas acima de tudo falta-me outra coisa bem mais difícil do que dominar a ilustração do corpo, do rosto e das texturas, falta-me quebrar os muros que fui criando para conter a minha criatividade. Acho que só quem desde pequenino é motivado para questionar tudo, para sonhar sem insegurança e para conseguir viver com incertezas é que consegue conceber livremente, o meu percurso não foi esse.
Tenho que ser CRIATIVA, tenho que calibrar o meu radar que agora tem que detectar e identificar fontes de inspiração: “oh é bonito”; “oh adoro isto e não dizer porquê”, isto agora são importantes fontes de dados a ser exploradas e catalogadas com MÉTODO, lá está.
A minha terceira fase de reflexão foi sobre a complexidade do conceito “moda”. Isto afinal é tão complexo como a psicologia ou neurocirurgia, tem tantas camadas, tantos factores que podem facilmente fazer-nos perder o Norte ou “miss the BIG PICTURE”. Quanto a esta reflexão a minha conclusão é de que quando o dia chegar em que tenho que conceber um produto a minha principal preocupação não poderá ser conceptual ou filosófica. Não gosto desta área por isso, ou melhor, só por isso. A criação de um conceito deve guiar a nossa criatividade para não termos resultados totalmente amorfos mas nunca me definirei como conceptual, pleaseeee! Quando esses pensamentos intrusivos surgem tenho uma solução que é pensar naquela sensação de simplesmente estar a ver uma revista e a apreciar sapatos lindos que gostava de ter.
Neste momento estou na fase, “ok o que vou fazer com isto”? Esta fase faz tanto sentido a meio do curso como logo ao princípio para aqueles que são mais organizados e focados em objectivos a alcançar, coisa que eu não faço, apesar de ainda haver esperança.
Já consegui concluir, com grande ajuda da minha curta experiência em tentar arranjar trabalho como jurista, que em Portugal não vamos lá só com CV´s, percursos académicos e notas finais. O que é que isso diz sobre uma pessoa? Não diz nada, simplesmente abre a porta o que é assim muito importante vá. Ok, abre a porta mas então e se a nossa média for mediana e a nossa experiência profissional nula, dado que somos recém-licenciados, e agora? Se formos 1000 licenciados por ano em determinada área nesta situação como nos distinguimos? Ah é na entrevista ou CV. Temos que fazer voluntariado ou praticar um desporto porque isso vai chamar a atenção do empregador. BIG PROBLEM: somos todos iguais. Todos temos percursos interessantes ou fizemos voluntariado em África ou trabalhámos durante os Verões para viajar com a mochila às costas pela Europa. Felizmente já praticamente todos tivemos acesso a essas experiências de vida que nos formam e ditam a nossa maneira de agir e trabalhar, complementando os conhecimentos teóricos que temos. A questão é que temos tantas competências, cada um à sua maneira que todos merecíamos uma oportunidade mas não há lugar para todos. Então o que faço agora?
Nestas épocas de adversidades, em que o pior que imaginamos acontece, é mais fácil agir sem medo pois já não há nada a temer. É preciso enfrentar. No meu caso tentei dar uma oportunidade ao curso que tirei apesar de à partida saber que não me fazia feliz e realizada. Isto lembra-me aquelas historias daquelas namoradas que dão 97.000 oportunidades aos namorados de se redimirem, de mudarem de as tratarem bem quando deviam era dar-lhe um pontapé no **. Esta comparação é tão boa, ora atentem.
O curso de Direito era o meu namorado de alguns anos que era mau, chato, não me tratava bem nem eu a ele e essencialmente não eramos compatíveis, mas eu não o largava por medo, por achar que não merecia melhor. Eu achava mesmo que não merecia o meu sonho e até o descredibilizava para não custar tanto aceitar que nunca o ia concretizar. “Oh eu gosto de roupas e sapatos mas qual é a rapariga que não gosta?”, “ah e tal eu gosto de pensar em looks para usar nesta e naquela festa mas que rapariga não pensa nisto”, “ah eu gosto de desenhar mas toda a gente rabisca coisas nos cadernos das aulas” e “ah eu posso fazer disto um hobbie”. Eram estas as racionalizações que me empurravam para o mau namorado que me fazia infeliz, e me afastavam de uma hipótese de ter um namorado mais jeitoso vá.
Ora o que aconteceu foi que o meu “mau namorado” rejeitou-me. As oportunidades não foram surgindo, algumas porque eu não era a pessoa certa e outras porque não fiz por ser. Bati no fundo numa sala de aula escura e com paredes azuis quando me pediam para fazer requerimentos disto e daquilo e eu tive uma visão de como seria ter 40 anos e ter de depender daquilo para sustentar filhos e cães, consegui antever o esgotamento e talvez tenha sido a melhor forma de prevenção.
Long story short estou a ter este cheirinho do design de moda e a perceber que não vou cair no mesmo erro. Não vou ficar a tirar cursinhos para ter o percurso académico que acho que credibiliza aquilo que sei fazer, vou simplesmente aprender e fazer. Vou aprender e sair da minha zona de conforto sempre que possível e vou pôr em prática o que me ensinam.
Não vou ser refém das exigências perfeitamente racionais do empregador português: queremos um recém-licenciado mas com 4 anos de experiência profissional, no mínimo, na área x (factor de exclusão) e na área y (factor preferencial) para fazer estágio de 6 meses não remunerado de acesso a estágio do IEFP de duração de 12 meses.
Se tivermos a sorte de ser seleccionados e de trabalhar 6 meses sem receber então podemos vir a ter a oportunidade de ter um vínculo mais estável (12 meses) com a empresa, o que é um privilégio. Isto tudo a receber pouco mais que o salário mínimo. Quando acabamos este estágio, certamente muito recompensador, continuamos sem reunir os tais 4 anos de experiência. Instalou-se um ciclo vicioso na entrada no mercado de trabalho para os recém-licenciados em qualquer área, também já o vi no design.
Conclusão: temos que ser empreendedores, ou melhor, tens que ser empreendedora JOANA!!!! Ok?!
Tens que fazer por ti, tens que fazer as perguntas sem ter medo do Não e tens que acreditar em ti própria. Se tiveres receio ou vergonha de o fazer então interpreta isso como se fosse um sinal de que é esse o caminho. Adoro a minha zona de conforto e o meu problema é esse, falta-me o impulso de valorizar as ideias que tenho e de as levar a sério. Já consegui largar o “mau namorado” mas isto ainda agora começou… Tenho que trabalhar nesta nova relação, não vai ser fácil mas ao menos este namorado faz-me feliz.
To be continued...
terça-feira, 4 de março de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Color me please
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Chamam a isto "aulas"?
Estou a gostar disto! Não posso dizer que estou habituada a ter "aulas" sobre aquilo que no fundo ocupa os meus tempos livres. "ah e tal hoje vamos ver um video do último desfile do McQueen e analisar tudo detalhadamente" e depois "agora o último da Chanel". Ok. "Agora comentem o styling, o tema, os tecidos, a silhueta etc etc".
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
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